O corpo e o vivo no ambiente  urbano

Na vida nas cidades, o ritmo vertiginoso nos coloca em situação permanente de urgência, o que não favorece o cultivo de saúde, convivência ou encontro.

E se no meio da correria, a gente conseguisse organizar uma pausa para desacelerar, ativar nossos sentidos, descobrir os ritmos vivos do corpo, recarregando as energias e construindo novas formas de convivência?

Durante uma hora por semana vamos compartilhar experiências de nos captar e captar a cidade de formas sensíveis e contemplativas,

Como?

Caminhando  pelo parque da Água Branca, vamos fazer exercícios que possibilitem
▪ desacelerar a ação,
▪ intensificar a atenção,
▪ ampliar a percepção,
▪ estimular a auto expressão,
▪ reorganizar relações a partir dos novos estados construídos

Encontros semanais

Poema coletivo criado no curso Conexões Urbanas, realizado em parceria com Rita Mendonça na Palas Athena

A cidade que eu vivo

Renasce e floresce a cada instante

Dando o rítmo contínuo da existência

Um fluxo denso e suave

Que invade e caminha pelo meu corpo

E enche de vida e luminosidade o nosso coração

Lembrando ao homem que somos uma só porção.